Os belo horizontinos acompanharam ao longo de toda esta semana, os protestos dos ambulantes na cidade. É que desde segunda-feira começou o processo de remoção dos camelôs do hipercentro da capital. No entanto, a medida foi adotada sem consultar os ambulantes, que são completamente contrários à proposição. A verdade é que 85% dos camelôs de Belo Horizonte afirmaram que trabalhariam em um emprego formal, caso existisse vaga. A pesquisa foi realizada com 1.137 ambulantes, pela prefeitura de BH. Os dados apontam ainda que 15% dos ambulantes afirmam exercer a profissão por gosto e não querem deixar de trabalhar na rua.
Nesta edição você também confere a vitória das educadoras e educadores de Minas Gerais. Em menos de uma semana, trabalhadoras e trabalhadores da educação de Minas Gerais conquistaram duas vitórias significativas. Duas propostas foram aprovadas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, reconhecendo antigas reivindicações da categoria. Uma delas combate a violência no ambiente escolar. A outra estabelece o pagamento de adicionais por tempo de serviço.
Até o dia 15 de julho, Belo Horizonte recebe a Escola Itinerante de Arte do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. A iniciativa nasceu do Festival Nacional de Arte e Cultura da Reforma Agrária, realizado em 2016 aqui em Belo Horizonte. O projeto propõe uma série de oficinas, das mais diversas linguagens artísticas, ofertadas para assentados e acampados da reforma agrária.
No futebol, nosso comentarista de esportes fala sobre os 35 anos de uma das maiores derrotas da seleção brasileira. Confira!
Edição: Minas Gerais