Esporte

Esporte e Política: Pontos alto e baixo da Copa do Mundo Feminina e Copa das Américas

Megan Rapinoe se consagrou na Copa do Mundo, enquanto Bolsonaro deu gol contra na Copa das Américas

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Na Copa do Mundo, jogadora da seleção estadunidense Megan Rapinoe se destaca dentro e fora dos campos
Na Copa do Mundo, jogadora da seleção estadunidense Megan Rapinoe se destaca dentro e fora dos campos | Crédito: Lionel Bonaventure/AFP

Gol de Placa
Virou história
Megan Rapinoe, jogadora norte-americana, eternizou sua voz na última edição da Copa do Mundo de futebol feminino, realizado na França. Durante o evento esportivo, a atleta discursou sobre salários iguais, respeito as diversidades, criticou a escolha do Catar como sede da Copa do Mundo masculina e, ainda por cima, trocou farpas com o presidente dos EUA Donald Trump ao afirmar que não iria visitar a Casa Branca. Ao final, Megan ainda saiu vitoriosa da competição: conquistou o tetra campeonato dos EUA, foi eleita craque da Copa e ainda faturou a Bola de Ouro.

 

Gol Contra
Bolsonaro na Copa
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez da Copa América um verdadeiro palco de exibição política. Tal atitude foi criticada pela Associação do Futebol Argentino (AFA), que reclamou sobre a postura do presidente brasileiro durante todo o evento. Bolsonaro apareceu em camarote, interagiu com torcedores, ganhou presentes e ainda fez volta olímpica no gramado em alguns jogos. Além das críticas da AFA, Bolsonaro também repercutiu mal entre os brasileiros: recebeu algumas vaias na abertura e no rito de premiação.

Editado por: Marcos Barbosa

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