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Edegar Pretto larga na frente na disputa pelo governo do RS, aponta nova pesquisa

Levantamento da Methodus ouviu 1.021 pessoas entre os dias 20 e 22 de novembro em 50 municípios gaúchos

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O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aparece com a maior intenção de voto entre os pré-candidatos avaliados e se destaca num cenário ainda dominado por indecisão
O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aparece com a maior intenção de voto entre os pré-candidatos avaliados e se destaca num cenário ainda dominado por indecisão | Crédito: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

Uma nova pesquisa do Instituto Methodus sobre a eleição ao governo do Rio Grande do Sul mostrou que Edegar Pretto (PT) é hoje o nome mais competitivo para comandar o Palácio Piratini a partir de 2027. O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aparece com a maior intenção de voto entre os pré-candidatos avaliados e se destaca num cenário ainda dominado por indecisão.

O levantamento ouviu 1.021 pessoas entre os dias 20 e 22 de novembro em 50 municípios gaúchos. Segundo a amostra, mesmo com a corrida eleitoral ainda distante, Pretto surge com vantagem inicial.

Pretto abre vantagem sobre Brizola e Zucco

Quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, Edegar Pretto aparece em primeiro lugar, com 20,3% das intenções de voto. Na sequência, surgem: Juliana Brizola (PDT) com 15,6% e Luciano Zucco (PL) com 14,5%.

O resultado marca o petista como o principal nome da oposição gaúcha neste início de pré-campanha.

O levantamento também analisou a rejeição de cada pré-candidato. Pretto aparece com 29%, enquanto Zucco registra 26,1%.

A pesquisa também destaca que a grande maioria dos gaúchos ainda não definiu seu voto. Na pergunta espontânea, onde não há lista de nomes, 72,9% afirmaram não saber em quem votar.

Avaliação do governo Leite influencia clima político

A pesquisa mediu, ainda, como os gaúchos avaliam a gestão atual do governador Eduardo Leite (PSD). O governo aparece com desempenho predominantemente regular, indicando que há desgaste e dúvidas entre os eleitores.

Esse cenário cria espaço para candidaturas de oposição, que tem ampliado sua presença em agendas regionais, movimentos sociais e debates sobre reconstrução pós-enchentes.

Editado por: Katia Marko

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