ARTE DAS RUAS

Museu da Cultura Hip Hop RS amplia acervo com 500 novos itens

A principal novidade é a Sala Cinco Elementos, idealizada para proporcionar uma experiência sensorial

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Novos painéis de LED, telas sensíveis ao toque, projeções audiovisuais e plotagens integram o circuito expositivo
Novos painéis de LED, telas sensíveis ao toque, projeções audiovisuais e plotagens integram o circuito expositivo | Crédito: Museu da Cultura Hip Hop

O Museu da Cultura Hip Hop, em Porto Alegre, reabre ao público em 2026 após um período de recesso, apresentando aos visitantes cerca de 500 novos itens ao acervo. A principal novidade é a Sala Cinco Elementos, idealizada para proporcionar uma experiência narrativa, educativa e sensorial. Novos painéis de LED, telas sensíveis ao toque, projeções audiovisuais e plotagens integram o circuito expositivo, tornando a visita ainda mais interativa e imersiva. As intervenções foram pensadas para valorizar a memória, a estética e o caráter comunitário do hip hop, destacando sua trajetória histórica e sua potência como movimento cultural e social.

Além das novidades nos espaços comuns como corredores, banheiros, recepção e biblioteca, a área conta com 14 núcleos temáticos, cada um concebido para proporcionar ao visitante uma experiência narrativa, educativa e sensorial, refletindo os valores centrais do hip hop: resistência, criatividade e coletividade.  A ampliação geral foi realizada por meio da Lei Rouanet, patrocínio master Petrobras e patrocínio Caixa Econômica Federal.

As intervenções foram pensadas para valorizar a memória, a estética e o caráter comunitário do hip hop, destacando sua trajetória histórica e sua potência como movimento cultural e social | Crédito: Museu da Cultura Hip Hop

“O museu é um organismo pulsante que sempre estará sendo atualizado, porque a história do hip hop não para. Todos os dias o movimento cresce”, afirma Rafa Rafuagi, fundador e coordenador do Museu da Cultura Hip Hop RS.

A ideia, segundo ele, é ter remodelações significativas para ampliar o conhecimento e enriquecer a experiência do público. “Já temos muitos agendamentos de novas instituições para 2026 e o museu ganha cada vez mais projeção despertando o interesse de renovação do público. Agora, os mais de 57 mil visitantes que passaram por aqui nos últimos dois anos também podem retornar para uma experiência inédita”, complementa.

Entre os destaques da remodelação estão:

  • Painel de LED de boas-vindas: logo na chegada, um grande painel de LED funciona como um portal visual para o universo do hip hop. Imagens em movimento, cores vibrantes e ritmo criam impacto imediato, preparando o público para uma imersão sensorial;
  • Linha do Tempo: dispositivo destacando fatos marcantes e curiosidades da história do hip hop que ilustram a narrativa para o visitante entender a força cultural e social do hip hop de forma ainda mais clara;
  • Núcleo Hip Hop das Manas: um núcleo exclusivo celebrando as mulheres do hip hop, com vídeo clipes e destaques do protagonismo feminino;
  • Totem interativo: ampliando os limites da exposição física;
  • Vitrines cenográficas: vitrines imersivas recriando cenas típicas do cotidiano hip hop;
  • Painéis com luzes futuristas: painéis iluminados com estética futurista criam atmosferas que dialogam com inovação e transformação;
  • Mosaico com telas de LED destacando imagens históricas do movimento hip hop gaúcho.

Como visitar o Museu da Cultura Hip Hop RS

O Museu do Hip Hop fica situado na Rua Parque dos Nativos, 545, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O horário de funcionamento é de terça a sábado, das 9h às 12h e das 14h às 17h. A entrada é gratuita. As visitas agendadas acontecem duas vezes ao dia, às 9h e às 14h, sendo destinadas a grupos de até 50 pessoas.

Para marcar uma visita basta acessar o formulário de agendamento, disponível em @museuhiphoprs. Toda visita agendada é guiada por mediadores que conduzem o grupo com explicações sobre as mostras em cartaz.

Confira mais fotos do espaço:

Crédito: Museu da Cultura Hip Hop
Crédito: Museu da Cultura Hip Hop
Crédito: Museu da Cultura Hip Hop
Crédito: Museu da Cultura Hip Hop
Editado por: Marcelo Ferreira

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