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Com alimentos da Reforma Agrária, vereadora Maíra do MST promoveu um café da manhã na Câmara Municipal

Este é o segundo ano de realização do encontro em celebração ao mês de luta dos trabalhadores

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Mesa de café da manhã disposta com alimentos provenientes da reforma agrária
Mandato da vereadora Maíra do MST celebra mês dos trabalhadores e trabalhadoras com café da manhã

Em celebração ao mês de luta dos trabalhadores e das trabalhadoras, o mandato da vereadora Maíra do MST (PT) promoveu um café da manhã especial destinado aos funcionários da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (5).

“Quem alimenta o Brasil não pode passar fome. Este é o segundo ano que fazemos esse café da manhã. É uma forma de dialogar com os trabalhadores do legislativo municipal sobre a importância da segurança alimentar e da Reforma Agrária, que é quem produz alimentos saudáveis e comida de verdade no país”, ressaltou a parlamentar.

Trabalhadoras da Câmara Municipal participam de café da manhã em referência ao 1º de maio

A iniciativa contou com a participação de dezenas de trabalhadores das áreas da limpeza, cozinha, portaria, manutenção, segurança, entre outros. A maioria atua em funções e cargos terceirizados. Na mesa foram servidos alimentos orgânicos produzidos por assentamentos da Reforma Agrária, como pães, geleias, queijos, sucos e frutas.

Reforma Agrária Popular

A concepção de reforma agrária popular como bandeira central do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foi definida no 6º Congresso Nacional do movimento, realizado em 2014. Nessa proposta, a democratização do acesso à terra passa por sete pontos: Terra, natureza, sementes, produção, energia, direitos sociais, educação e cultura.

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Em sua página oficial, o MST explica que a centralidade da luta pela terra passa a ser de disputa por um modelo agrícola. “Cada vez mais a luta pela reforma agrária implica o enfrentamento ao capital, que se manifesta na luta contra as grandes empresas transnacionais, como as do agronegócio, responsáveis pela produção dos agrotóxicos, sementes transgênicas e o esgotamento dos recursos naturais”, escreve o movimento.

Editado por: Juliana Passos

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