Parceria estratégica

Moscou diz que preparativos para visita de Putin à China estão em fase final

Viagem do líder russo a Pequim deve acontecer após a visita de Donald Trump, de 13 a 15 de maio

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O presidente chinês, Xi Jinping, e o presidente russo, Vladimir Putin, reafirmaram uma parceria mais profunda entre seus países. Foto: Xinhua
O presidente chinês, Xi Jinping, e o presidente russo, Vladimir Putin, reafirmaram uma parceria mais profunda entre seus países. Foto: Xinhua | Crédito: Reprodução/Xinhua

Os preparativos para a visita de Estado do presidente russo, Vladimir Putin, à China estão na fase final e o evento é considerado “de maior importância” pelos dois países, afirmou nesta terça-feira (12) o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. “Informaremos a comunidade internacional sobre a data em sincronia com nossos parceiros chineses“, acrescentou.

Na última segunda-feira (12) o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que a cooperação entre Moscou e Pequim permanece em nível alto e confere estabilidade à ordem global.

“Nos últimos anos, sob a liderança estratégica do presidente chinês Xi Jinping e do presidente russo Vladimir Putin, as relações China-Rússia mantiveram um alto nível de desenvolvimento, trazendo estabilidade significativa a um mundo repleto de mudanças e incertezas”, disse durante uma coletiva de imprensa.

No último sábado (9), após o desfile militar do Dia da Vitória, durante uma coletiva de imprensa, o presidente russo, Vladmir Putin, ao ser questionado sobre o conteúdo de sua próxima visita à China, afirmou que Moscou e Pequim estão se preparando para dar um grande passo adiante em sua cooperação no setor de petróleo e gás.

“Não vou falar sobre isso agora. Mas, em princípio, estamos em um alto nível de concordância para dar um passo sério e muito significativo em direção à cooperação no setor de petróleo e gás”, declarou.

Vladimir Putin reiterou que a China é o maior parceiro comercial e econômico da Rússia, destacando que o comércio anual entre os dois países chega a US$ 140 bilhões.

Editado por: Thaís Ferraz

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