Homenagens

Histórico comandante da Revolução Cubana, Ramiro Valdés morre aos 93 anos

Presidente Miguel Díaz-Canel disse que perda é 'profundamente dolorosa, como a de um pai'

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Ramiro Valdés Menéndez fez parte da guerrilha revolucionária que derrotou o regime de Fulgêncio Batista, ao lado de Fidel e Che Guevara
Ramiro Valdés Menéndez fez parte da guerrilha revolucionária que derrotou o regime de Fulgêncio Batista, ao lado de Fidel e Che Guevara | Crédito: Reprodução/Presidência Cuba

Comandante da Revolução Cubana, Ramiro Valdés Menéndez, 93 anos, morreu neste domingo (21). O histórico guerrilheiro esteve em importantes batalhas no processo da revolução da ilha socialista, como o ataque ao quartel Moncada, o desembarque do iate Granma e a formação do Exército Rebelde na Sierra Maestra

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, lamentou a morte e destacou Menéndez como de “fidelidade absoluta” a Fidel e a Raúl Castro. “Até a vitória sempre, Comandante!”, escreveu na rede social X.

“A partida física do Comandante da Revolução, Ramiro Valdés Menéndez dói profundamente, como a de um pai. Era assim que eu queria e sempre respeitei. Assim lembrarei seu apoio e conselho, sua colaboração discreta e consagração exemplar ao serviço da Pátria”, escreveu em homenagem ao combatente.

A mídia cubana destacou a trajetória de Ramiro Valdés Menéndez como membro da expedição do iate “Granma”, embarcação usada para transportar 82 combatentes da Revolução Cubana do México para Cuba em novembro de 1956, com o objetivo de derrubar o regime de Fulgêncio Batista.

Menéndez também esteve no ataque ao Quartel Moncada em 26 de julho de 1953, ao lado de um grupo de jovens guerrilheiros liderados por Fidel Castro, e mais tarde como membro do Exército Rebelde na Sierra Maestra, onde combateu ao lado de Ernesto “Che” Guevara.

*Com informações de Prensa Latina e Opera Mundi

Editado por: Monyse Ravena

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