Carlos Castelo

Carlos Castelo é cronista, escrevinhador e sócio-fundador do grupo de humor Língua de Trapo.

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço: a frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado. A coluna também publica crônicas — histórias compactas e irônicas que vêm, cutucam e partem.

Milagre de Natal é chegar no dia 25 com o 13º

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Todos os homens nascem iguais, até descobrirem o preço do caviar | Crédito: Imagem criada pelo autor usando o Dall-E

Não existe meio termo: ou cultura dominante, ou trincheira permanente

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado.

Milagre de Natal é chegar no dia 25 com o 13º.

Aos vencedores, as batatas. Aos vencidos, as baratas.

Torrada de mendigo sempre cai com a parte da margarina no banco da praça.

Sentir-se bem demais também faz mal.

É tanta câmera de vigilância que ficou impraticável fazer amigo secreto.

Estar na boca do povo é viver na garganta do diabo.

"Eu não quero ter razão, quero é ser infeliz", disse o masoquista.

Nem toda galinha tem seu dia de cisne.

Fidelidade é para cães, não para casais.

Dezembro de 2041, no Maracanã, o show “100 years of Paul”. Reserve já seu ticket.

Não existe meio termo: ou cultura dominante, ou trincheira permanente.

Ironia é a capital da Argentina se chamar Buenos Aires.

Antes, a salvação estava no céu; agora, está em Wall Street.

Todos os homens nascem iguais, até descobrirem o preço do caviar.

Beatles para a Geração Z: “Na na na nananana nananana…”

* Este é um artigo de opinião. A visão do autor não necessariamente expressa a linha editorial do jornal Brasil de Fato. 

Editado por: Katia Marko

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