Carlos Castelo

Carlos Castelo é cronista, escrevinhador e sócio-fundador do grupo de humor Língua de Trapo.

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço: a frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado. A coluna também publica crônicas — histórias compactas e irônicas que vêm, cutucam e partem.

Quem diria, liberdade de expressão virou pauta de fascista

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Brasileiro nazista ou não conhece História, ou é masoquista | Crédito: Imagem criada pelo autor usando o Dall-E

Comércio: governo israelense quer comprar pautas-bomba do Brasil

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado.

SUV, varanda gourmet, pet de raça. Sem isso, não há classe média.

Brasileiro nazista ou não conhece História, ou é masoquista.

Para amar esse país, só mesmo o desconhecendo.

Comércio: governo israelense quer comprar pautas-bomba do Brasil.

Quem diria, liberdade de expressão virou pauta de fascista.

Se celebridade não adoecesse, a grande imprensa vivia na UTI.

Mesmo quando tudo está perdido, é preciso manter a esperança: ainda pode ter restado um pouco de indignidade.

Não é o tabagismo, o jogo, o álcool, as drogas o que matam um escritor: são os boletos.

Há algo pior do que ejaculação precoce: não perceberem que você ejaculou.

Em flor não se bate nem com uma Isis Valverde.

Por favor, não me chame de amado. Não sou o autor de Gabriela, Cravo e Canela.

Mais obsoleto do que livro do Carlos Castañeda.

A nonna de Beethoven também era surda?

Chama atenção na guerra em Gaza o exército israelense nunca ter baixas altas.

Quem semeia vento está sem dinheiro para comprar sementes.

* Este é um artigo de opinião. A visão do autor não necessariamente expressa a linha editorial do jornal Brasil de Fato.

Editado por: Katia Marko

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