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Sem anistia e sem anestesia

Copacabana me engana: prometeram multidão, entregaram reunião de condomínio

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado.

O conceito de paz israelense é único: menos vizinhos, mais harmonia.

Astronautas da Nasa sobreviveram à reentrada na Terra, mas ninguém os preparou para a reentrada nos boletos.

Jair chamar Moraes de nazifascista é como um assaltante gritar “pega ladrão!”

A Conmebol está mais perdida que a Jane na floresta.

Copacabana me engana: prometeram multidão, entregaram reunião de condomínio.

A única coisa mais rápida que a bala da polícia paulista é a desculpa do governador.

Ao que tudo indica, Bananinha vai apodrecer no exílio.

A Lua de Sangue foi tão discreta que devia ser batizada de elipse lunar.

As únicas risadas que o comediante Volodymyr Zelensky escuta agora são as do Putin e do Trump.

Sem anistia e sem anestesia.

Tudo caro, mas ainda tem um item bem baratinho hoje no Brasil: a ética.

Menino Ney vai se aposentar com mais tatuagens que títulos.

Era pra ser MAGA, mas virou MAHA: Make America Hate Again.

Com 800 páginas de provas, o processo de Jair ficou do tamanho da Bíblia, mas sem nenhuma chance de salvação.

Na hora de declarar o imposto de renda, descobrimos que até o que não temos já pertence ao governo.

*Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil do Fato.

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