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Na pandemia, riu; no STF, réu

Foi tanto medo que o réu roeu a roupa do rato

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado.

Na pandemia, riu; no STF, réu.

Foi tanto medo que o réu roeu a roupa do rato.

Dorival Rúinior.

O Brasil é o país do futuro, o problema é que o futuro sempre cai em um feriado.

A verdade chega de mansinho e ninguém nota. A fake news aparece de helicóptero e dá entrevista coletiva.  

Se criassem um time chamado Marketing Futebol Clube e contratassem Neymar, ele superaria Pelé, Messi e Maradona.

Os EUA quererem enquadrar Moraes na lei americana é como multar a chuva por alagamento.

O brasileiro é um dos povos mais tristes do mundo. Mas pelo menos aqui a depressão aqui vem acompanhada de feijoada.

Bananinha. Advogado de defesa de golpe de Estado.

A manicure esfregou, esfregou, mas a acetona não apagou a ficha criminal.

Deus, pátria, família e fake news no grupo de zap.

Se sucesso for construir foguetes que dão marcha a ré, Musk já pode pedir música no Fantástico.

Tentou salvar a pátria da democracia. Agora vai precisar salvar a pele.

Vai, Eduardo! Ser extrême droit na vida.

De tanto ver triunfar as nulidades, começo a achar que o problema sou eu.

*Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil do Fato.

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